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De que serve um pai durante a gestação e parto?

 

De que serve um pai durante a gestação e parto? 

  Para os futuros papais

         Para começar do começo, o óbvio: sem pai não tem gestação. Isso precisa ser lembrado? É incrível, mas precisa. A gestante fica se sentindo muito poderosa, o que é ótimo para ela e para o bebê, mas, às vezes, os homens vão se sentindo muito relegados, fracos e desnecessários. A gestante com o “rei na barriga” e o pai sentindo que perdeu seu trono. Se o homem estava acostumado a ser aquele que “entende de tudo”, que conhece o mundo, sustenta a família, pode começar a se sentir sem a menor importância, quando se trata de gerar um filho. Ou, se o pai é aquele que divide em pé de igualdade todas as tarefas com a mulher, ele pode se sentir excluído na divisão de tarefas da gestação.

          Há pais que deprimem, engordam, têm vontade de ir embora. Há pais que “adoecem” inexplicavelmente e ficam pedindo colo para a mulher. Em suma, o pai também vive transformações na gestação. Afinal, ele também está gestando um novo papel, seja como pai de primeira viagem, seja com a chegada de outros filhos que trazem uma dinâmica familiar inteiramente nova em que se tem que lidar com ciúmes, diferenças etc.

             Por outro lado, a gestante tem reações inesperadas e tem toda uma psicologia própria e específica desta fase que assusta, confunde e, às vezes, enlouquece os pais. A gestante oscila momentos em que se sente super potente, forte, convicta e alegre, com outros momentos em que se sente desprotegida, confusa, insegura, triste e extremamente carente.

            De que serve o pai durante a gestação, afinal? 

              Estudos mostram que a participação do companheiro durante todo o processo de gestação, parto e puerpério (período que se segue ao parto) é um dos fatores importantes para que a mãe tenha sucesso na formação de vínculo com seu bebê, ou seja, a presença atenciosa e amorosa do pai afeta o amor que se estabelece entre mãe e filho. Por outro lado, é claro que quanto mais próximo estiver o pai, mais facilmente ele se envolverá com o filho e quem não precisa ser criado por um pai interessado?

              Estes mesmos estudos mostram que gestantes que tiveram companheiros mais presentes têm menos chance de terem uma depressão pós-parto. Estas questões devem ser pensadas inclusive quando o casal já está separado, pois mesmo assim, paternidade e a maternidade podem continuar a ser um projeto amoroso, só que de amor pelo filho.

            Como vemos, ao contrário de como se sentem alguns pais, eles são muito importantes! A mulher grávida ou a mãe de um recém-nascido tem uma tarefa que precisa estar totalmente voltada para o filho. Para que a criança possa se desenvolver com segurança, a mãe tem que se dedicar integralmente. Isso só é possível se as exigências do mundo (trabalho, família, vida social)  puderem ser deixadas um pouco de lado e o bebê ficar em primeiro lugar. Para desenvolver sua capacidade de ser mãe (ninguém nasce sabendo) a mãe precisa que o pai seja como uma mãe para ela. A mãe precisa receber uma maternagem do companheiro para poder maternar o filho. Isso não é pouca coisa e requer uma troca amorosa intensa. Um projeto de tamanha importância, que diz respeito a gerar outra vida, não poderia exigir de ambos os pais menos que tudo isso.

http://www.institutogerar.com.br/

Fonte: Vera Iaconelli - Gerar 

Fonte: Vera Iaconelli - Gerar
 
 
 
 
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